Africa do Sul

O país não é exatamente um iniciante na produção de vinhos. A história vitivinícola sul-africana pode ser simplificada em três fases distintas. Início. Um Novo Velho Mundo – As primeiras vinhas foram plantadas em meados do século XVII, na região de Constantia, perto do Cabo da Boa Esperança. Os holandeses lá instalados tiveram uma mãozinha de refugiados franceses conhecedores da viticultura. Os vinhos brancos de sobremesa de Constantia, elaborados com a uva moscatel, chegaram a ser objeto de desejo das cortes europeias neste período. Este início precoce torna a África do Sul uma contradição em termos: trata-se de uma região do Novo Mundo com mais de 350 anos! A decadência do setor veio com o ataque da filoxera (sempre ela), a praga que dizimou, em 1886, boa parte das videiras ao redor do mundo. O replantio priorizou a produção em grandes quantidades, mas o volume bateu na parede da recessão inglesa, os maiores importadores do vinho sul-africano daquele tempo. Nos tempos das cooperativas e do apartheid – O início do século XX foi marcado, assim, pela quantidades de uva por cacho e não pela qualidade da fruta. Numerosos fazendeiros vendiam suas colheitas para cooperativas e atravessadores poderosos que controlavam os preços. Em 1918 esses fazendeiros, com ajuda do governo, criaram uma cooperativa própria, a Ko-operative Wijnbouwers Vereniging (KWV), que durante anos regulamentou e controlou preços e tinha plenos poderes sobre a indústria do vinho na África do Sul. Hoje a KWV se tornou uma empresa privada, com rótulos próprios. Esta situação, agravada pelo boicote aos produtos do país em represália ao apartheid vigente, tornou o vinho sul-africano desconhecido fora do país. O renascimento do vinho de qualidade – O cenário começa a mudar em 1994, com o fim do regime do apartheid. Uma política agressiva de inovação e investimento em tecnologia, a aposta em diferentes terroirs para uvas internacionais, além do charme de uma uva nativa (a pinotage) tornou o país em um grande produtor de vinhos de qualidade em poucos anos. Atualmente são mais de 500 vinícolas privadas em funcionamento, o dobro do início do século. Apesar de a pinotage ser uva emblemática as tintas mais produzidas são cabernet sauvignon, shiraz, merlot, seguida da pinotage. (A pinotage é uma variedade africana originária do cruzamento das uvas francesas pinot noir e cinsault, conhecida no país como hermitage.) As brancas dominam 55% da área cultivada (dados de 2006), as mais plantadas são: chenin blanc, colombard (para brandys), chardonnay e sauvignon blanc.

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Sobre a loja

A história do Empório Villa Real começou em 2005, com a decisão da família Villa Real em abrir espaço para a venda de palmitos, champignon e outros produtos em conserva. Não passou muito tempo, e a paixão por vinhos e queijos motivou a ampliação do negócio. É certo que toda refeição, reunião de amigos, familiares, profissionais e até uma história de amor ficam mais interessantes e encontram espaço na memória quando são acompanhadas de um bom vinho, queijos, especiarias e outras delícias.

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